A delação de Antonio Palocci devastou o Partido dos Trabalhadores em níveis inimagináveis. São tantos podres vindo à tona que é difícil analisar qual foi o maior dos crimes da facção travestida de partido político.

O motorista de Palocci, Carlos Pocente, também decidiu expôr os crimes petistas presenciados por ele, e com base nesse depoimento, a Polícia Federal chegou até o Hotel Grand Mercure, palco frequente de eventos do partido.

Além de ser o lugar “onde Lula costumava despachar semanalmente”, Pocente declara que, no local “já presenciou Palocci encontrar-se com Lula e com Bumlai”.

Pocente também afirmou que diversas vezes levou o ex-ministro para o prédio do Banco do Brasil na Avenida Paulista, então escritório da Presidência em São Paulo. Uma medida bastante conveniente para o partido, foi a retirada das câmeras de segurança do local. Além disso, foram diversos encontros onde Palocci encontrava Lula e Dilma no espaço reservado do Aeroporto de Congonhas.

O motorista já se comprometeu em entregar celulares e computadores para a PF.

Abaixo, um trecho da delação: