Não ter um chefe, ser independente, trabalhar em casa, na lanchonete, no carro.

Os debates sobre as oportunidades, riscos e desafios da liberdade econômica, também chamada de “economia do bico”, estão sendo travados em todo o mundo.

O aplicativo Uber faz parte de uma série de plataformas que oferecem novas maneiras de comprar e vender produtos, alugar bens ou contratar outras pessoas temporariamente.

Em vez de funcionários assalariados, os profissionais são pagos pelos consumidores pela realização de um trabalho específico. As plataformas argumentam que não empregam quem presta o serviço, apenas conectam clientes com pessoas que desejam ganhar dinheiro.

Nenhuma empresa é mais simbólica dessa mudança na vida profissional que a Uber. Como consequência, a empresa tornou-se um alvo frequente nas discussões sobre o que a “economia do bico” realmente representa.

São novas formas de trabalho flexíveis na Mobilidade aonde da a liberdade de escolha e é definida pelo usuário da tecnologia sem intermediação da RAÇA SINDICALISTAS.

Prisão e liberdade

O estudo da Universidade Oxford também destaca que os motoristas da Uber têm níveis mais altos de satisfação com a vida que outros trabalhadores, mas também níveis mais altos de ansiedade. “É o paradoxo do Uber”, diz Duncan McCann, pesquisador da New Economics Foundation.

“É uma prisão e liberdade de escolha. Você pode ativar o aplicativo e começar a trabalhar, mas, se você tem uma família para sustentar, é obviamente menos flexível. Você precisa trabalhar quando há mais demanda: horários de pico e fins de semana.”

E o Uber é apenas a “ponta do iceberg”, acrescenta. ” A maioria dos trabalhadores da plataforma.