O presidente Jair Bolsonaro foi almoçar no bandejão de um supermercado no centro de Davos. Com um pequeno grupo de seguranças, ele passou no self-service do supermercado Migros, uma rede popular na Suíça. “Eu estava pegando comida, olhei para o lado e estava o Bolsonaro”, surpreendeu-se o artista plástico brasileiro Simon Hecker, que vive no país

Ele disse que o presidente estava “comendo sanduíche e tomando refrigerante”. Enquanto isso, do lado de fora do supermercado, que fica a poucos metros do Congress Centre, onde Bolsonaro fará um discurso em sessão plenária, dez brasileiros estavam aguardando o presidente.

Eles moram nas cidades suíças de Zurique, Genebra e Lausanne. Organizaram-se pela internet para tentar uma foto com Bolsonaro em Davos.

Alguns vestiam camisetas com a foto do presidente brasileiro e levavam bandeiras verde-amarelas. “Vocês são da imprensa?”, perguntaram ao repórter do Valor e a outro jornalista. “Podem pedir para ele passar aqui na volta e tirar uma foto com a gente?”, insistiam.

Dilma Rousseff em 2014

A presidente Dilma Rousseff passou o fim de semana em Portugal em agenda “sigilosa”. A comitiva presidencial ocupou mais de 30 quartos de dois dos hotéis mais caros de Lisboa. A suíte que ela utilizou custa, no preço da tabela, cerca de R$ 26,2 mil (£ 8.000), na cotação da época.

O próximo compromisso oficial de Dilma é a inauguração, hoje, de um porto financiado pelo Brasil em Cuba. Entre Davos e Cuba, Dilma e sua delegação decidiram passar o fim de semana em Lisboa.