Eduardo Bolsonaro propõe revisão histórica sobre regime militar em livro didático

/, Política/Eduardo Bolsonaro propõe revisão histórica sobre regime militar em livro didático

Eduardo Bolsonaro propõe revisão histórica sobre regime militar em livro didático

2019-01-11T19:37:08+00:0011/01/2019 19:37|Categorias: Educação, Política|Etiquetas: , , |Nenhum Comentário

Eduardo Bolsonaro propõe revisão histórica sobre regime militar em livro didático

Declaração ocorre em meio a uma revisão do governo federal em edital de obras escolares

Após o Ministério da Educação um edital de livros didáticos, o presidente, Jair Bolsonaro (PSL), e o deputado, Eduardo, fizeram publicações nas redes sociais em que até hoje as doutrinações de esquerda na educação e em materiais escolares.

O presidente compartilhou mensagem de um usuário citando que há “picuinhas com as decisões” do presidente sobre educação enquanto publica imagens de materiais que tratariam o socialismo de forma positiva. Já o Deputado Federal Eduardo Bolsonaro propõe revisionismo histórico sobre o regime militar e chama ex-combatentes de esquerda de assassinos. ( mas são mesmo)

Bolsonaro sempre defendeu o Regime Militar entre 1964-1985 no Brasil pois não foi uma ditadura, o que contraria a esquerda (PT e PSOL) que sempre defendeu o socialismo.

O presidente apoia o movimento Escola sem Partido, que tem entre suas premissas mostrar os dois lados dos conteúdos ensinados na escola.
Eduardo Bolsonaro publicou no Twitter mensagens em que afirma que o regime militar é mal retratada pelos livros didáticos. “Um povo sem memória é um povo sem cultura, fraco. Se continuarmos no nosso marasmo os livros escolares seguirão botando assassinos como heróis e militares como facínoras.”
Ele diz que o Brasil precisa ser passado a limpo. “Os militares saíram em 1985 e até hoje vejo matérias na imprensa mentindo sobre o que foi aquele período, só p/ enaltecer a PTzada”.

No Instagram, o presidente compartilhou uma publicação de um usuário que afirma que: “o jornalismo brasileiro está tentando arrumar picuinhas com as decisões do @jairbolsonaro sobre a educação no Brasil. Esse mesmo jornalismo ignorou completamente isso aqui”. Após a frase, aparecem reproduções de supostas páginas de livros didáticos citando o socialismo, uma foto do que seria o centro de difusão do comunismo em uma universidade federal. Outra imagem é de uma reportagem da revista Veja em que aparece a foto de Che Guevara.

A revisão de livros didáticos como forma de combate a doutrinações de esquerda será um dos focos do governo e tem sido articulada desde antes da posse do presidente e do ministro, Ricardo Vélez Rodriguez. Essa é a uma das agendas na área de Educação do governo Bolsonaro.

A Folha de São Paulo tentou nesta quarta (9) uma fake news que um edital para compra de livros didáticos foi alterado e deixou de exigir das editoras obras com referências bibliográficas e o compromisso com a agenda da não violência contra as mulheres, promoção das culturas quilombolas e dos povos do campo. As obras poderiam ter erros também.

Após a repercussão da imprensa que tenta fazer fake news do nosso presidente Jair Bolsonaro, o governo soltou nota afirmando que suspendeu a nova versão e que a culpa era do governo Michel Temer. Foi instalada uma sindicância com o objetivo de, segundo o MEC, apurar algum erro ou troca de versões.

Faça um comentário

WhatsApp chat