A China demorou pelo menos dois meses para avisar ao povo sobre a circulação do novo vírus. Neste período(e também depois); a ditadura chinesa prendeu médicos que denunciaram o surto, ameaçou cientistas, proibiu o assunto na internet e, entre várias outras atitudes repudiáveis, deu sumiço em jornalistas. 

Desde o início do surto de Coronavírus no gigante asiático, em Novembro de 2019, mais de uma dúzia de jornalistas que cobriam o ocorrido, sumiram. 

O caso que mais chama a atenção é do jornalista independente Chen Qiush, que apenas com um Smartphone andou pelos hospitais de Wuhan mostrando para os chineses a real dimensão da tragédia provocada pelo COVID-19 — algo que o Partido Comunista tentava esconder. 

Logo após essa cobertura jornalística, no início de Fevereiro, o jornalista Chen Qiush desapareceu misteriosamente. 

Para aqueles que não sabem, a China é uma ditadura controlada por um partido Comunista. E por lá, como em quase todos os países de Esquerda, exercer o direito de liberdade de expressão pode ser uma coisa bastante perigosa. 

Pelo que parece, esses acontecimentos na China não importam muito para a imprensa brasileira.

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