Lulinha e seus sócios formaram uma “quadrilha”, segundo Marco Aurélio Vitale, diretor da empresa de Jonas Suassuna.

Leia um trecho de sua entrevista à Crusoé:

Quando o sr. percebeu que havia algo errado no Grupo Gol?

Quando eu comecei na empresa, em junho de 2009, vi um luxo não condizente com o faturamento. Era uma quadrilha: o Fábio (Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do ex-presidente Lula), o Kalil Bittar, o Fernando Bittar (filhos de Jacó Bittar, ex-prefeito de Campinas e amigo de Lula) e o Jonas (Jonas Suassuna). Mas existia um discurso de moralidade. O Jonas dizia que não queria negócio com o governo, nem com empresas estatais, bradava que ele era independente, mas por trás estavam as negociatas que faziam, sempre buscando negócios milionários que não tinham entrega de serviços.

Como funcionava?

Em 2008, o então presidente Lula assinou um decreto que permitia que a Oi comprasse a concorrente Brasil Telecom. Essa dívida de gratidão seria paga pela Oi com contratos com o Grupo Gol, que serviria de laranja para injetar milhões na Play TV, do seu filho Lulinha, por meio das empresas do Jonas. E foi isso que fizeram.

Leia a entrevista completa aqui.