Interrogados pela Polícia Federal, os advogados de Adélio Bispo de Oliveira ficaram calados, como mostra a Crusoé desta semana.

Eles recebem em espécie e usaram jatinho para defender o autor do atentado contra Bolsonaro, mas se recusam a dizer o nome dos patrocinadores.

Esta deveria ser a primeira missão de Sergio Moro ministro: acabar com essa palhaçada e descobrir o nome dos benfeitores do autor da facada.